O ano de 2025 marca a consolidação de diversas terapias complementares no cuidado com a saúde dos pets. Técnicas como acupuntura veterinária, fisioterapia, aromaterapia e até reiki vêm ganhando espaço nos consultórios e conquistando a confiança dos tutores.
Essas práticas, antes vistas com desconfiança por parte do público, agora são cada vez mais recomendadas como apoio ao tratamento convencional, especialmente em casos de dor crônica, reabilitação pós-cirúrgica ou distúrbios emocionais como ansiedade e compulsividade.
“A medicina veterinária integrativa não substitui o tratamento tradicional, mas amplia as possibilidades de cuidado. E os resultados são visíveis”, afirma a dra. Carla Mendes, especialista em acupuntura animal.
Em cidades da região metropolitana de São Paulo, clínicas já incorporam essas abordagens de forma regular. Em uma veterinaria Poá, por exemplo, sessões de fisioterapia associadas ao uso de laser terapêutico têm sido indicadas para pets idosos com artrose. Já uma veterinaria Arujá vem apostando em protocolos que combinam florais e aromaterapia para auxiliar animais com traumas emocionais ou dificuldade de socialização.
No Alto Tietê, uma veterinária Suzano tem se destacado por oferecer atendimento multidisciplinar, reunindo profissionais de áreas como quiropraxia, nutrição funcional e comportamento animal. “O olhar holístico tem trazido excelentes resultados, especialmente em pacientes que não respondiam bem apenas aos medicamentos”, comenta a equipe.
Com o avanço dessas práticas e o interesse crescente por parte dos tutores, a expectativa é que em breve as terapias complementares estejam cada vez mais presentes na rotina clínica — oferecendo aos animais não apenas tratamentos, mas qualidade de vida.


